Formadores

Componente teórica: Oradores Convidados

Jorge Canhoto

Laboratório de Biotecnologia de Plantas, Centro de Ecologia Funcional do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra

Jorge M. Canhoto é biólogo, doutorado em Fisiologia e professor associado com agregação no Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, onde lidera o Grupo de Biotecnologia de Plantas do Centro de Ecologia Funcional. É responsável pelas unidades curriculares de Biotecnologia de Plantas, Desenvolvimento das Plantas e Biodiversidade e Biotecnologia Florestal. É editor das revistas In Vitro Cellular & Developmental Biology e Forestry Research (Springer), editor associado da Frontiers, presidente da Divisão de Biotecnologia Vegetal e Recursos Genéticos da ISHS e presidente do Centro de Informação de Biotecnologia. A sua área de investigação preferencial é o estudo de processos de desenvolvimento das plantas in vitro, como a embriogénese somática, a embriogénese polínica e a organogénese e a sua aplicação à clonagem e melhoramento de plantas.

João Martins

Laboratório Associado TERRA, Centro de Ecologia Funcional do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra

João Martins é biólogo e doutorado em Biociências, com especialização em Biotecnologia, pela Universidade de Coimbra. É investigador no Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, onde desenvolve investigação nas áreas da biotecnologia vegetal, genética e interações planta-microrganismo. O seu trabalho centra-se na resposta das plantas a stresses abióticos e bióticos, procurando compreender os mecanismos genéticos, fisiológicos e ecológicos envolvidos na resistência e adaptação a condições adversas. A sua investigação inclui ainda o estudo do microbioma associado às plantas e o seu papel na promoção da tolerância ao stress e da saúde vegetal, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias sustentáveis de conservação e melhoramento de espécies vegetais.

Carla Varanda

Centro de Estudos de Recursos Naturais Ambiente e Sociedade (CERNAS), Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém

Carla Varanda é doutorada em Ciências Agrárias e Professora Adjunta na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Santarém, onde também exerce funções de vice-coordenadora do Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade (CERNAS). A sua investigação centra-se na Patologia Vegetal, Proteção de Plantas e Biotecnologia Vegetal, com foco na interação planta-vírus e na aplicação de novas técnicas genómicas para o desenvolvimento de culturas mais resilientes.

João Cruz

Microplant, Lda.

João Cruz é Engenheiro Agrónomo com experiência nas áreas da biotecnologia vegetal, propagação clonal e produção de plantas de elevado valor agronómico e florestal. Integra a Microplant, empresa de base biotecnológica especializada na micropropagação e multiplicação clonal de espécies agrícolas e florestais, onde participa no desenvolvimento e otimização de processos de propagação in vitro, aclimatização e produção de material vegetal. A sua atividade tem-se centrado na aplicação de ferramentas de biotecnologia vegetal à conservação, multiplicação e valorização de recursos genéticos, com especial enfoque em espécies de interesse para os sistemas agroflorestais mediterrânicos, como a oliveira, a nogueira, o sobreiro e a azinheira. Tem igualmente experiência na implementação de protocolos laboratoriais, gestão de projetos de investigação aplicada e colaboração entre empresas e instituições de ensino superior.

Célia Miguel

Laboratório Forest Genomics and Molecular Genetics (ForGen), Instituto de Biossistemas e Ciências Integrativas (BioISI), Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Célia Maria Miguel é Professora Associada com Agregação na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e coordenadora do Laboratório ForGen (Forest Genomics and Molecular Genetics) na unidade I&D Instituto de Biossistemas e Ciências Integrativas (BioISI). Doutorou-se em Biotecnologia de Plantas pela Universidade de Lisboa (1999), e foi investigadora no iBET e ITQB NOVA (2000-2016), tendo coordenado o laboratório Forest Biotech (2008-2016). Em 2016, tornou-se docente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa onde é atualmente membro do Conselho Científico e da Comissão Executiva do Departamento de Biologia. Os seus interesses de investigação centram-se no estudo da regulação molecular de aspetos do desenvolvimento em árvores (embriogénese em coníferas, formação da madeira e da cortiça), e nas respostas a stresses ambientais (stress hídrico e resposta ao nemátode da madeira do pinheiro) utilizando abordagens da genómica e da genética reversa.

Bruno Medronho

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve | FSCN, Surface and Colloid Engineering, Mid Sweden University

Bruno Medronho licenciou-se em Química pela Universidade de Coimbra em 2004 e concluiu o doutoramento em Química Macromolecular na mesma instituição em 2009. Durante o doutoramento, realizou dois anos de formação científica na Universidade de Lund, Suécia, no Departamento de Química-Física, sob a supervisão do Prof. Ulf Olsson, tendo ainda sido investigador visitante na Universidade de Paderborn, Alemanha (Prof. Claudia Schmidt), e na Victoria University of Wellington, Nova Zelândia (Sir Paul Callaghan e Prof. Petrik Galvosas). Desde 2012, na Universidade do Algarve, tem desenvolvido e coordenado uma linha de investigação dedicada à dissolução e regeneração de biopolímeros e ao desenvolvimento de novos materiais de base biológica. Atualmente é Investigador Principal na Universidade do Algarve e Professor Visitante no grupo de Surface and Colloid Engineering da Mid Sweden University, Suécia. A sua atividade científica centra-se na ciência dos biopolímeros, coloides e interfaces, e na valorização de recursos renováveis para o desenvolvimento de materiais avançados e soluções sustentáveis.

Fátima Duarte

Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL), Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE)

Maria de Fátima Duarte é licenciada em Bioquímica pela Universidade do Porto e doutorada em Ciências da Saúde pelo MMCRI, EUA, e pela Universidade do Minho. Atualmente, é responsável pelo Grupo de Investigação em Compostos Bioativos do CEBAL, acumulando as funções de Diretora Executiva e integrando a Direção da instituição como Vice-Presidente. A sua área de especialização centra-se no desenvolvimento de processos de extração e separação mais sustentáveis do ponto de vista ambiental, bem como na exploração das atividades biológicas de extratos naturais, visando potenciar aplicações de base biológica em duas grandes áreas: i) a promoção da saúde humana, nomeadamente no contexto do cancro e das respostas inflamatórias; e ii) a proteção das plantas, através do desenvolvimento de formulações biocidas para novos bioherbicidas, enquadradas nos princípios da bioeconomia circular.

Catarina Estêvão

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), Universidade de Évora

Catarina Estêvão é licenciada em Biotecnologia pela Universidade de Évora (2017) e Mestre em Viticultura e Enologia (2019). Ao longo do percurso académico, adquiriu experiência prática nas áreas da viticultura, enologia e análise laboratorial através de estágios curriculares e profissionais em entidades de referência do setor agroalimentar. Posteriormente, desenvolveu atividade profissional numa unidade de produção vitivinícola, desempenhando funções como Técnica de Laboratório e Responsável de Qualidade e Segurança Alimentar. Atualmente, é aluna de doutoramento em Biologia na Universidade de Évora, desenvolvendo investigação em biologia molecular da videira, em colaboração com a Esporão, S.A., com foco nos mecanismos de resposta ao stress abiótico e no papel do microbioma associado à tolerância à seca da videira.

Mónica Marques

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), Universidade de Évora

Mónica Marques é doutoranda em Biologia na Universidade de Évora, onde desenvolve investigação nas áreas da biotecnologia vegetal, biologia molecular e fisiologia vegetal. É licenciada em Biotecnologia pela Universidade de Évora e concluiu o Mestrado em Biotecnologia na Universidade de Aveiro, com especialização em Biotecnologia Molecular e Bioengenharia. A sua investigação foca-se na biologia molecular e fisiologia de plantas, nas interações planta-microrganismo e no microbioma associado a culturas de interesse agronómico, recorrendo a ferramentas moleculares e abordagens multi-ómicas para compreender os mecanismos de adaptação das plantas a stresses ambientais e contribuir para estratégias de agricultura mais sustentável.

Hélia Cardoso

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Departamento de Biologia, Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Évora

Hélia Cardoso é licenciada em Biologia pela Universidade de Évora e doutorada em Biologia, na especialidade de Biotecnologia, pela Universidade de Lisboa. Atualmente, é Professora Auxiliar no Departamento de Biologia da Universidade de Évora, investigadora integrada do MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, e responsável pelo Laboratório de Biologia Molecular da Universidade de Évora. A sua atividade científica centra-se na biologia molecular e biotecnologia vegetal, com particular enfoque nas respostas das plantas a stresse abiótico, nos processos morfogenéticos induzidos por stresse e no desenvolvimento de ferramentas moleculares aplicadas à identificação varietal, melhoramento vegetal e valorização sustentável de espécies mediterrânicas, como a oliveira, a videira e a alfarrobeira. A sua investigação integra abordagens multi-ómicas, incluindo transcriptómica, proteómica e metabolómica, aplicadas à agricultura sustentável e à adaptação das culturas às alterações ambientais.

Cristiano Soares

GreenUPorto – Centro de Investigação em Produção Agroalimentar Sustentável & Inov4Agro, Departamento de Biologia, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto

Cristiano Soares, Doutorado em Biologia (2022), é Professor Auxiliar no Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Investigador Integrado no Plant Stress lab (GreenUPorto/FCUP). A sua atividade científica centra-se no estudo da fisiologia do stress, com especial ênfase na modulação do metabolismo redox, no papel da memória vegetal e no desenvolvimento de estratégias verdes para aumento da tolerância das plantas ao stress. Tem estado envolvido em diversos projetos de I&D, em áreas relacionadas com a sustentabilidade agrícola, as alterações climáticas, e o stress priming e epigenética, alguns dos quais em colaboração com empresas.

Filipa Sousa

GreenUPorto – Centro de Investigação em Produção Agroalimentar Sustentável & Inov4Agro, Departamento de Biologia, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto

Filipa Sousa, Mestre em Biologia Funcional e Biotecnologia de Plantas (2020) e Doutorada em Biologia (2026), é Investigadora no Plant Stress lab (GreenUPorto/FCUP), grupo onde tem desenvolvido a sua atividade científica até ao momento. O seu doutoramento focou-se na avaliação do potencial da micorrização e do stress priming como ferramentas para aumentar a resiliência climática do castanheiro, seguindo uma abordagem multidisciplinar, envolvendo fisiologia vegetal, proteómica e bioquímica.

Mafalda Pinto

GreenUPorto – Centro de Investigação em Produção Agroalimentar Sustentável & Inov4Agro, Departamento de Biologia, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto

Mafalda Pinto, Mestre em Biologia Funcional e Biotecnologia de Plantas (2020) e Doutorada em Biologia (2026), desenvolve a sua atividade científica na interface entre a fisiologia vegetal, a fitopatologia e a nanotecnologia, dedicando-se ao desenvolvimento de novas formulações de biopesticidas à base de extratos vegetais. Integra, desde o início do seu trajeto científico integra, a equipa do Plant Stress lab, onde tem participado em diversos projetos de I&D e programas de empreendorismo no âmbito da sustentabilidade agrícola e inovação agroalimentar. Foi uma das finalistas do programa Europeu “SeedBed Incubator”, financiado pela EIT Food, com um biopesticida à base de folhas de eucalipto.

Isabel Carrasquinho

Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. (INIAV-I.P.)

Isabel Carrasquinho é investigadora no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. (INIAV-I.P.). É licenciada e doutorada em Engenharia Florestal pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa e habilitada pelo INIAV-I.P. para o exercício de funções de coordenação científica. Desde sempre se tem dedicado ao melhoramento genético florestal das principais espécies florestais, centrando-se nos temas da genética quantitativa com o fim de estudar variabilidade genética, realizar seleção genética e contribuir para a conservação dos recursos genéticos florestais. No pinheiro-bravo foca-se na melhoria genética para o volume e forma da árvore, para o aumento da produção de resina e para a resistência à Doença da Murchidão do Pinheiro. No pinheiro-manso e sobreiro tem desenvolvido estudos, respetivamente, para o aumento da produção de pinha e pinhão e da qualidade da cortiça. 

Carmen Santos

Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. (INIAV-I.P.)

Carmen Santos é investigadora auxiliar no INIAV, com formação em Biologia pela Universidade de Lisboa e doutoramento em Genética Molecular pelo ITQB NOVA. A sua investigação foca-se na resposta genética de plantas a stresses bióticos, recorrendo a abordagens genómicas, transcriptómicas e de genética molecular e quantitativa. Aplica estes conhecimentos no melhoramento de espécies florestais e leguminosas, com o objetivo de desenvolver variedades mais resistentes e sustentáveis.

Ana Margarida Fortes

Instituto de Biossistemas e Ciências Integrativas (BioISI), Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Ana Margarida Fortes é licenciada em Biologia Aplicada às Plantas e doutorada em Biotecnologia Vegetal pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). Atualmente é Professora Associada com Agregação na FCUL e líder do grupo de investigação Fruit Functional Genomics & Biotechnology. A sua investigação centra-se no estabelecimento de modelos putativos de maturação dos frutos e de interação fruto-patogénio, com base em dados ómicos, posteriormente validados através de análises funcionais, nomeadamente por edição genética.

Componente prática: Formadores

Hélia Cardoso

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Departamento de Biologia, Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Évora

Hélia Cardoso é licenciada em Biologia pela Universidade de Évora e doutorada em Biologia, na especialidade de Biotecnologia, pela Universidade de Lisboa. Atualmente, é Professora Auxiliar no Departamento de Biologia da Universidade de Évora, investigadora integrada do MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, e responsável pelo Laboratório de Biologia Molecular da Universidade de Évora. A sua atividade científica centra-se na biologia molecular e biotecnologia vegetal, com particular enfoque nas respostas das plantas a stresse abiótico, nos processos morfogenéticos induzidos por stresse e no desenvolvimento de ferramentas moleculares aplicadas à identificação varietal, melhoramento vegetal e valorização sustentável de espécies mediterrânicas, como a oliveira, a videira e a alfarrobeira. A sua investigação integra abordagens multi-ómicas, incluindo transcriptómica, proteómica e metabolómica, aplicadas à agricultura sustentável e à adaptação das culturas às alterações ambientais.

Catarina Campos

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), Universidade de Évora

Catarina Campos é doutorada pelo ICBAS da Universidade do Porto, e é atualmente Investigadora Auxiliar na Universidade de Évora (MED/UE), onde desenvolve investigação na área da biologia molecular vegetal, com particular foco nos mecanismos epigenéticos e nas interações planta–microrganismo envolvidos na adaptação a stresses ambientais. A sua atividade científica tem contribuído para a integração da epigenética vegetal e do estudo da simbiose com fungos micorrízicos arbusculares na compreensão da resiliência das culturas, apoiando o desenvolvimento de estratégias agrícolas mais sustentáveis e adaptadas às alterações climáticas.

Rodrigo Eugénio

Microplant, Lda.

Rodrigo Eugénio é licenciado em Biotecnologia pela Universidade de Évora, onde desenvolveu particular interesse pela componente laboratorial aplicada à biotecnologia vegetal. Durante o seu percurso académico, consolidou conhecimentos nas áreas da cultura de tecidos vegetais e das técnicas laboratoriais associadas à propagação vegetal. Em 2024, iniciou um estágio profissional na empresa Microplant, Lda., onde adquiriu experiência em técnicas de cultura in vitro, trabalho em ambiente asséptico e propagação vegetal. Após a conclusão do estágio, integrou a empresa como viveirista, função que desempenha atualmente, aprofundando conhecimentos técnicos no setor agroflorestal.

Catarina Estêvão

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), Universidade de Évora

Catarina Estêvão é licenciada em Biotecnologia pela Universidade de Évora (2017) e Mestre em Viticultura e Enologia (2019). Ao longo do percurso académico, adquiriu experiência prática nas áreas da viticultura, enologia e análise laboratorial através de estágios curriculares e profissionais em entidades de referência do setor agroalimentar. Posteriormente, desenvolveu atividade profissional numa unidade de produção vitivinícola, desempenhando funções como Técnica de Laboratório e Responsável de Qualidade e Segurança Alimentar. Atualmente, é aluna de doutoramento em Biologia na Universidade de Évora, desenvolvendo investigação em biologia molecular da videira, em colaboração com a Esporão, S.A., com foco nos mecanismos de resposta ao stress abiótico e no papel do microbioma associado à tolerância à seca da videira.

Lénia Rodrigues

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), Universidade de Évora

Lénia Rodrigues é licenciada em Biologia pela Universidade de Évora, mestre em Ciências Biomédicas pela Universidade do Algarve e doutorada em Bioquímica pela Universidade de Évora. Atualmente, é investigadora no Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED), da Universidade de Évora, onde integra o Grupo de Investigação em Genética e Biotecnologia Vegetal. O seu trabalho incide sobre as respostas fisiológicas e moleculares das plantas ao stress abiótico em espécies mediterrânicas, combinando abordagens fisiológicas com análises proteómicas e metabolómicas para desvendar mecanismos de resiliência ao stress. A sua investigação abrange ainda a biologia de sementes, a valorização de culturas mediterrânicas e o desenvolvimento e aplicação de bioestimulantes de origem vegetal e microbiana, tanto em sementes como em plantas, com o objetivo de melhorar o estabelecimento, crescimento, produtividade e tolerância a condições ambientais adversas em espécies de interesse agronómico.

Mónica Marques

Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) e Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade (CHANGE), Instituto de Investigação e Formação Avançada (IIFA), Universidade de Évora

Mónica Marques é doutoranda em Biologia na Universidade de Évora, onde desenvolve investigação nas áreas da biotecnologia vegetal, biologia molecular e fisiologia vegetal. É licenciada em Biotecnologia pela Universidade de Évora e concluiu o Mestrado em Biotecnologia na Universidade de Aveiro, com especialização em Biotecnologia Molecular e Bioengenharia. A sua investigação foca-se na biologia molecular e fisiologia de plantas, nas interações planta-microrganismo e no microbioma associado a culturas de interesse agronómico, recorrendo a ferramentas moleculares e abordagens multi-ómicas para compreender os mecanismos de adaptação das plantas a stresses ambientais e contribuir para estratégias de agricultura mais sustentável.